sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Evento 'Chá com letras' reúne amantes de poesia

O evento é realizado mensalmente pela embaixada da Índia e é aberto ao público



postado em 09/02/2017 19:41 / atualizado em 09/02/2017 19:41
Evento 'Chá com letras' reúne autores e leitores interessados por poesia todo mês 
A embaixada da Índia em Brasília vai realizar a 13ª edição do evento Chá com letras nesta sexta (10/2), reunindo autores e espectadores interessados em poesia. 
A experiência baseia-se em literatura e degustação de chás e pratos da culinária indiana. Entre os 42 poetas que já marcaram presença, estão Antônio Miranda, Kori Bolívia, Anderson Braga Horta, Ary Quintella, Nicolas Behr, Makarand R. Paranjape, Edmilson Caminha, João Almino, Francisco Alvim, Farhad Sasani.
O evento será na Embaixada da Índia (805 Sul, lote 24) e foram convidados os poetas José Carlos Vieira, Luciana Barreto, Fernando Dusi Rocha, Maxçuny Alves, Janara Soares e Roberto Medina para compartilharem textos e poesia com a platéia. O evento é gratuito e aberto ao público.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

SIMULAÇÕES HIDROLÓGICAS E OPERAÇÃO DE RESERVATÓRIOS EM SITUAÇÃO DE EVENTOS EXTREMOS DE SECA NO SERIDÓ POTIGUAR

SIMULAÇÕES HIDROLÓGICAS E OPERAÇÃO DE RESERVATÓRIOS EM SITUAÇÃO DE EVENTOS EXTREMOS DE SECA NO SERIDÓ POTIGUAR

Freitas, Marcos Airton de Sousa1

1Agência Nacional de Águas – ANA e Universidade de Fortaleza – UNIFOR; NEAz/UnB

RESUMO: A região do Seridó potiguar é, dentro do denominado Polígono das Secas, no Nordeste do Brasil, uma região de baixa pluviosidade anual e consequentemente reduzidos níveis de armazenamento de água em reservatórios, bem como de escoamento superficial. Fato que se agrava em anos de eventos extremos de seca. Para o enfrentamento do longo período de estiagem hídrica, que perdura desde 2011, na região, inúmeras ações, tanto de gestão de oferta, quanto de gestão de demanda de água, vêm sendo implementadas pelos órgãos gestores de recursos hídricos. Nesse sentido, foram feitos estudos e simulações hidrológicas envolvendo modelagem chuva-vazão e geração estocástica de vazão, no intuito de subsidiar o processo de Alocação Negociada de Água para os principais reservatórios superficiais da região, notadamente os reservatórios de Itans, Sabugi, além dos reservatórios Curema e Mãe D´Água, que suprem parte do abastecimento de água da cidade de Caicó. Para uma estimativa mais confiável da disponibilidade hídrica, foram implantadas réguas linimétricas de referência, implementadas medições de vazões usando medidores acústicos M9 e ecobatimetria em alguns reservatórios. Adicionalmente, foi efetuado o levantamento das demandas para os diversos usos consuntivos (abastecimento humano, animal, irrigação e aquicultura). Visando o uso racional da água e, em atendimento à legislação, que preconiza a priorização da água para o abastecimento humano e animal, em face de eventos extremos, foram também implantadas ações de restrições de usos para a irrigação e aquicultura.  Considerando previsões climáticas baseadas nos fenômenos do ENSO -  El Niño e Southern Oscillation (Oceano Pacífico) e Dipolo (Oceano Atlântico), empregou-se, dentro do Sistema de Gestão de Secas - SIGES, a metodologia de “afluências típicas”, acoplada à Curva de Aversão ao Risco – CAR, na operação dos reservatórios, usando o modelo de rede de fluxo AcquaNet. Ações de comunicação a exemplo de reuniões de trabalho, bem como de Boletins de Acompanhamento e Monitoramento dos níveis dos reservatórios foram executadas. O emprego conjunto dessas metodologias, assim como a participação direta dos usuários, comitês de bacia, órgão governamentais e não governamentais, foram primordiais para se evitar o colapso no abastecimento de água das principais cidades e reduzir os graves impactos decorrentes desse período extremo de seca (2011-2016) na região. 

PALAVRAS-CHAVE: seca, simulações hidrológicas, gestão hídrica participativa 

http://sbg.sitepessoal.com/anais48cbg/

Para citações: Freitas, M. A. S.  Simulações Hidrológicas e Operação de Reservatórios em Sistuação de Eventos Extremos de Seca no Seridó Potiguar. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA, 48, 2016, Porto Alegre - RS. Anais...São Paulo - SP: Sociedade Brasileira de Geologia, 2016. < http://sbgeo.org.br >. Data de acesso.

RAINFALL ANOMALY INDEX (RAI) E BHALME & MOOLEY DROUGHT INDEX (BMDI) APLICADOS AO MONITORAMENTO DE SECAS NO NORDESTE DO BRASIL

RAINFALL ANOMALY INDEX (RAI) E BHALME & MOOLEY DROUGHT INDEX (BMDI) APLICADOS AO MONITORAMENTO DE SECAS NO NORDESTE DO BRASIL  

Freitas, Marcos Airton de Sousa1

1Agência Nacional de Águas – ANA e Universidade de Fortaleza – UNIFOR; NEAz/UnB

RESUMO: O Nordeste brasileiro é um exemplo típico de região, onde a maioria da população é muito sensível às mudanças climáticas. Na maior parte do Nordeste do Brasil reina um uso agrícola muito dependente da sazonalidade da precipitação. Por isso, é de vital importância a determinação o mais precisa possível do início do período chuvoso na região, de modo a orientar o plantio das culturas agrícolas, bem como do grau de severidade. Visto que o início do período chuvoso varia de ano para ano em até mais de um mês, uma errônea determinação desse início pode ser fatal para a agricultura. Objetivando a mensuração da severidade dos períodos secos e úmidos, foram escolhidos, neste trabalho, o Rainfall Anomaly Index (RAI) e o Bhalme & Mooley Drought Index (BMDI). O índice RAI devido à fácil aplicação, além de tornar o desvio da precipitação em relação à condição normal de diversas regiões passíveis de comparação. E o BMDI por ser uma adaptação do índice de Palmer (Palmer Drought Severity Index – PDSI), modificado para regiões semiáridas. Os índices RAI e BMDI foram incorporados a um Sistema de Suporte à Decisão (SSD) denominado Sistema de Gestão de Secas – SIGES, para o acompanhamento das características básicas dos períodos de seca, quais sejam, duração e severidade, de modo que diferenciadas ações mitigadoras pudessem ser de fato implementadas, com base nos valores atingidos por esses parâmetros. Uma vantagem crucial no uso desses índices é o acompanhamento quase simultâneo do grau de severidade e duração dos períodos secos, permitindo, que se tomem medidas efetivas e em tempo hábil, objetivando minorar os impactos ocasionados por uma seca. Ambos os índices foram aplicados aos estados do Nordeste do Brasil, demonstrando sua aplicabilidade. Com base nesses índices é possível fazer uma comparação das condições atuais de precipitação em relação aos valores históricos. Servem ainda para avaliar a distribuição espacial de uma seca, consoante sua intensidade. Devido ao fato de esses índices apresentarem tanto valor positivo, quanto negativo, eles podem ser utilizados na avaliação de períodos de secas e de cheias. Para o BMDI, foram calculados os valores médios para o 1° semestre de cada ano. O valor atual, mensal, acumulado do BMDI durante o período de crescimento das culturas ou do período chuvoso (janeiro a junho) pode ser, então, comparado com os valores históricos da região, de modo a se ter um controle permanente da condição de umidade. Foi ainda possível reconhecer os efeitos de variabilidade nas anomalias negativas e positivas, assim como de padrões climáticos de umidade, variando de períodos normais, úmidos e secos até seus extremos em anos de El Niño e La Niña, mostrando seus efeitos diretos na distribuição da precipitação.

PALAVRAS-CHAVE: seca, monitoramento de secas, índices de seca 

http://sbg.sitepessoal.com/anais48cbg/



Para citações: Freitas, M. A. S.  Rainfall Anomaly Index (RAI) e Bhalme & Mooley Drought Index (BMDI) Aplicados ao Monitoramento de Secas no Nordeste do Brasil. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA, 48, 2016, Porto Alegre - RS. Anais...São Paulo - SP: Sociedade Brasileira de Geologia, 2016. < http://sbgeo.org.br >. Data de acesso.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Lançamento do livro “Sentimento Oceânico”, de Marcos Freitas




 
O poeta Marcos Freitas, a Editora Catrumano (São Paulo, SP) e o Livraria Entrelivros têm o prazer de convidar-lhe para o lançamento do livro “Sentimento Oceânico”, nova coletânea de poemas, no dia 17 de janeiro (terça-feira) de 2017, às 19:30 hs, em Teresina – PI.

Programação:

Sessão de Autógrafos.
Leitura de poemas do livro “Sentimento Oceânico”, prefaciado por Anderson Braga Horta, apresentação de Edmar Oliveira e orelha por Jorge Amâncio.


Serviço:

LIVRARIA ENTRELIVROS
Av. Dom Severino, Av. Dom Severino, 1045 - Fátima,
Teresina - PI, 64049-375
Horário: 19:30 hs.

Livro:
Sentimento Oceânico
Ed. Catrumano, São Paulo, 124p, 2015.
ISBN: 978-85-64471-45-0

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

IX Edição do Chá com Letras na Embaixada da Índia - Brasília


Chá com Letras will be held every month at the Indian Embassy in Brasilia. It aims to bring together writers and poets of Brazil and India.
It is an initiative of the poet-diplomat Abhay Kumar, the new Deputy Chief of Mission of India to Brazil, with the support of the Brazilian poet Marcos Freitas.

Poetas participantes:



João Carlos Taveira nasceu em Caratinga, Minas Gerais, em 17 de setembro de 1947. Ali cursou o primário, o ginasial e o científico. Em 1969, mudou-se para Brasília, onde trabalhou na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e na Viação Aérea São Paulo (VASP). De 1987 a 1989 foi diretor da Divisão de Desporto, Lazer e Turismo, na Administração do Núcleo Bandeirante, no Governo José Aparecido de Oliveira. De 1999 a 2002 trabalhou com o Engenheiro e Físico Paulo Gontijo, na organização de obras literárias e na construção do Templo da Ciência — situado no município de Ipameri, Goiás. Com formação em Letras Neolatinas, trabalha como revisor e coordenador editorial. Durante 10 anos, foi editor da revista Literatura, de Nilto Maciel, e editou também a revista DF-Letras, da Câmara Legislativa do Distrito Federal, por cinco anos. Pertence à Academia Brasiliense de Letras, à Academia de Letras do Brasil, à Associação Nacional de Escritores e ao Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, de que foi vice-presidente. Em 1994, recebeu do Governo do Distrito Federal a Comenda da Ordem do Mérito Cultural de Brasília, por relevantes serviços prestados à comunidade artística e cultural. De 2006 a 2010 foi Conselheiro de Literatura no FAC (Fundo de Apoio à Cultura) da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal.

Em 2 de outubro de 2012, João Carlos Taveira foi homenageado pelo grupo POEMAÇÃO na Biblioteca Nacional de Brasília, coordenado pelos escritores Jorge Amâncio e Marcos Freitas, com apresentação ilustrada e minuciosa de sua vida e de sua obra. O Sarau Videoliteromusical Poemação, na sua 29ª edição, teve a participação do poeta, que, após declamar alguns poemas de sua autoria e agradecer a presença de todos no auditório, considerou a homenagem, entre as que tem recebido, uma consagração de sua trajetória literária. No dia 14 de março de 2013, o grupo POEMAÇÃO, em comemoração ao Dia Nacional da Poesia, promoveu o Sarau do Beijo no Memorial Darcy Ribeiro — Campus da Universidade de Brasília. O evento foi marcado pela homenagem ao escritor João Carlos Taveira e teve a participação de Amneris, Anand Rao, Nicolas Behr, Vicente Sá e vários outros poetas, atores, cantores e artistas da cidade. Foi uma noite memorável, em que a poesia brilhou soberana sob as bênçãos de Castro Alves, o grande aniversariante do dia.

Obra Poética
  • O Prisioneiro, 1984, Brasília: Ed. Regional;
  • Na Concha das Palavras Azuis, 1987, Brasília: Thesaurus;
  • Canto Só, 1989, Brasília: Ed. Regional;
  • Aceitação do Branco, 1991, Brasília: Thesaurus;
  • A Flauta em Construção, 1993, Brasília: Thesaurus;
  • Arquitetura do Homem, 2005, Brasília: Thesaurus;
  • João Carlos Taveira: Poemas, 2011, Jaboatão dos Guararapes: Editora Guararapes;
  • João Carlos Taveira: 30 Anos de Poesia, 2014, Jaboatão dos Guararapes: Editora Guararapes.
  • O Prisioneiro, 2014, 2.ª edição revista e comemorativa, Brasília: Thesaurus.
A Fortuna Poética de João Carlos Taveira — Lições de Poesia, de Alan Viggiano, Editora Ideal Ltda., Brasília, 2012;
“A contenção rigorosa do verso de João Carlos Taveira também me lembra algo de Rilke no seu despojamento para a indagação do mistério, o reverso do olhar.”     FAUSTO CUNHA

“Taveira consegue a maturidade do verso e do silêncio. A música de uma viagem incandescente entre Minas e o amor, passando pelo mundo. Poesia contida, densa, dútil, serenamente humana.”           CARLOS NEJAR
“Embora muito subjetivo, Taveira é muito representativo de sua região cultural: Minas Gerais. Como a poesia dos seus contemporâneos, a sua poesia é transparente, alheia à cor violenta da poesia nordestina do modernismo. Ou mesmo a paulista verde-amarela de Cassiano Ricardo”.             CASSIANO NUNES



José Luiz do Nascimento Sóter - apresenta-se como poeta marginal da geração mimeógrafo de Brasília. Professor da rede pública, coordenador da Associação Brasileira de Radiodifusão. Os textos de Sóter republicados em Renitência Lunar (Semim Edições) foram escritos em Brasília entre 1978 e 1998, “por isso retratam momentos vividos sob a tensão da censura e do totalitarismo obscurantista". Como lema da Oswaldiana “Amor com humor” e a Pessoana “Chega de heróis, quero gente” e como mote a poesia libertária de Mário Quintana. Nas entrelinhas e nos entretantos as transições dessas duas décadas de transformações mundiais”, confessa o autor. Nosso emblemático da poesia brasiliense dos anos de rebeldia e contestação. 

#Agrestina – A mais nova obra de Sóter foi viabilizada pelo financiamento coletivo, ou seja, com a contribuição de fãs, amigos, colegas, ou simplesmente, de admiradores da arte e da poesia genuinamente brasileira.

Poeta brasiliense da geração mimeógrafo, o goiano José Sóter é um assumido amante da capital federal. Com 14 obras lançada pelo selo SEMIM Edições, que ele mesmo criou para as publicações de colegas da poesia marginal dos anos 70 e 80, Sóter contempla os encantos e desencantos da cidade sem cantos em boa parte de seus livros. Porém, outra paixão chamada “Nordeste”, sempre foi motivo de saudade e alegria em seu coração.



Rômulo Neves nasceu em Anápolis (GO), em 1977. Como diplomata, morou na Venezuela, Suriname e Etiópia. É Mestre em Sociologia pela USP e em Diplomacia pelo Instituto Rio Branco. Foi jornalista na Folha de São Paulo e na Gazeta Mercantil. Atualmente, além de seu trabalho como diplomata, apresenta o programa Jazz Brasil, transmitido pela Rádio Nacional, em Brasília, e pela Rádio MEC/FM, no Rio, e mantém a coluna de literatura Dedo de Prosa no Metrópoles.

Seu livro mais recente denominado “Terminal” é um compilado de poesias, escritas entre 1999 e 2016, e de fotografias tiradas pelo próprio escritor. O lançamento aconteceu sábado passado 17/09, no Ernesto Café da 115 Sul e na terça 20/09, a partir das 19h, no Café Objeto Encontrado da 102 Norte. Haverá ainda mais dois lançamentos: em São Paulo no dia 01/10, as 14h30, no Centro Cultural Tapera Taperá e no Rio no dia 11/10, a partir das 18h, no Bar Anexo Munganga. “Terminal” tem 136 páginas divididas em seis seções: Egos, Eros, Ecos, Êxodos, Ethos e Elos, que tratam respectivamente da construção da personalidade, da sexualidade, do diálogo com outros poetas, do diálogo com o espaço, de situações do cotidiano e da relação com a própria literatura.




Alceu Brito Côrrea, engenheiro elétrico e poeta belorizontino. Publicou Epiciclo (2002), pela editora Blocos, do Rio de Janeiro, e Ekinox, de poesia. É coautor de Fincapé, com o Coletivo de Poetas, entre outras coletâneas. Colaborou com diversas antologias de contos e poesia, no Brasil, Portugal e na Itália, dentre elas Mais Uns e Fincapé, do Coletivo de Poetas. O seu novo livro de poemas é intitulado “Flor de Organza”.

Detentor de vários prêmios em concursos de literatura no Brasil e exterior, consta como verbete na Enciclopédia da Literatura Brasileira Contemporânea, no Dicionário de Poetas Contemporâneos e Dicionário de Escritores de Brasília. Detentor de muitos prêmios de mérito cultural e literário, mais especialmente, o Colar de Mérito Cultural e Medalha Stella Brasiliense e a medalha Autore dell’anno 1999 conferido pela Comissão de Leitura Internacional da Edizione Universum de Trento, Itália. Integra várias entidades voltadas para a cultura e a literatura, foi tesoureiro e secretário do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal e é Titular da Cadeira João da Silveira Mello, da Área de Letras, da Galeria dos Academicus Praeclarus do Clube dos Escritores Piracicaba.


SERVIÇO
IX Edição do Chá com Letras
Embaixada da Índia - Brasília
Data: 23 de setembro (sexta-feira)
Horário: 17:30 hs


9ª edição do Chá com Letras na Embaixada da Índia - Brasília