terça-feira, 3 de maio de 2016

Movimento e Mangueiral se unem e formam a maior OSCIP comunitária do DF


Da Redação do MCJB - 03/05/16
Fonte: Movimento Comunitário do Jardim Botânico

Nesta segunda (02), a comunidade do Jardim Botânico fez história! Em evento solene, a Associação dos Amigos do Jardins Mangueiral - AAJM se associou ao Movimento Comunitário do Jardim Botânico, formando a maior OSCIP urbano comunitária do Distrito Federal e uma das maiores do país, com uma representatividade de quase 50 mil pessoas.

O evento de assinatura associativa ocorreu na sede do Movimento com a presença do novo administrador regional interino do Jardim Botânico, Alessandro Paiva, representantes do GDF, empresários e sociedade civil.
 
Mais informações em:
 
 
 

quarta-feira, 16 de março de 2016

3ª Edição do Chá com Letras




3ª Edição do Chá com Letras

A 3ª Edição do Chá com Letras será realizada na Embaixada da Índia, em Brasília, nesta quarta-feira, dia 16 de março de 2016, às 17 horas. O evento tem como objetivo a integração entre Escritores e Poetas do Brasil e da Índia. É uma iniciativa proposta pelo poeta e diplomata Sr. Abhay Kumar, Vice-chefe da Missão. E conta com a condução do poeta brasileiro Marcos Freitas.

Poetas participantes: Carla Andrade, Luiz Felipe Vitelli, Noélia Ribeiro, Devana Babu e Yanoré Flávio.

Carla Andrade – Carla Andrade Bonifácio Gomes é mineira de Belo Horizonte. Mora em Brasília há sete anos, onde trabalha como jornalista e é poeta em tempo integral. Alguns de seus poemas foram premiados em concursos em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. O caderno Pensar do Jornal Correio Braziliense publicou inúmeras de suas poesias. No dizer do crítico Adalberto Müller, “A poesia de Carla Andrade articula imagens que parecem brotar da fonte mais pura da poesia. Seus poemas raramente estão preocupados com um lastro de realidade, parecem estar muito mais submissos a uma vertiginosa – e difícil – sedução da imagem”. E para a poeta Angélica Torres, “Carla Andrade pisa firme no chão da poesia, levitando. Quanto mais leio, mais gosto de seu rebuliço linguageiro.  Mais me surpreende a fala crisálida, a habilidade com que desmonta e recria o seu sentido.”. Carla Andrade publicou “Conjugação de Pingos de Chuva”, em 2007, pela editora LGE, de Brasília. Em 2014, lançou o livro “Voltagem” pela editora Megamini, do Rio de Janeiro.

Luiz Felipe Vitelli – Paraense morando no Distrito Federal, desde 1969. Morador de Planaltina. Poeta, artista plástico, ator, artesão, joalheiro. Membro da Tribo das Artes, cia de teatro cara d'palco e contra in-versos. Recita suas poesias pelos saraus de Brasília, a exemplo do Poemação, Sarau do Perdiz, e tantos outro e faz parte do Coletivo Mestre D’Ármas.

Noélia Ribeiro – Pernambucana e carioca. Começou a escrever aos 9 anos de idade, no Rio de Janeiro. Depois veio para Brasília, onde se graduou em Letras pela UnB. Depois de participar do livro "Salada Mista" com os poetas Sóter e Paulo Tovar, lançou seu livro solo "Expectativa" (1982). Em 2009, vem a lume o livro "Atarantada", em 2009, pela Editora Verbis, de Brasília. E em 2015, publicou o livro “Escalafobética”, pela Editora Vidráguas, do Rio Grande do Sul, com prefácio de Leila Miccólis e posfácio do poeta Alberto Bresciani. Tomou parte de coletâneas de poetas como "Talento em Prosa e Verso" - REBRA; "Fincapé" - Coletivo de Poetas, "Poesia do B", organizado pelo Açougue Cultural T-Bone, entre outras, e teve poemas publicados em jornais da cidade. É presença ativa em recitais, saraus e movimentos poéticos realizados em Brasília. A poeta é mais conhecida como Nonô, devido à canção Travessia do Eixão, de autoria de Nonato Veras e do poeta Nicolas Behr, cantada pelo grupo Liga Tripa, de Brasília, e gravada pela banda Legião Urbana, em CD, lançado após a morte de Renato Russo.

Devana Babu – Paulo Sérgio Jr., ou melhor devana babu, por ele mesmo: “É o meu nome artístico. Devana significa senhor em hindu, é como se fosse uma saudação. E Babu vem de babuíno, do macaco, dos nossos ancestrais. Acabei reduzindo, por pura preguiça, a palavra e acrescentei ao Devana. Aí, virou Devana Babu”. Devana é aplaudido não só nas ruas de São Sebastião, aonde mora, organiza Saraus, publica fanzines, mas em todos os lugares por onde declama e interpreta seus poemas. E ainda nos surpreende com a irreverência e a riqueza de seus contos, crônicas e histórias de mistério. Aos 14 anos, escreveu o livro “O Esdrúxulo”, ilustrado pelo amigo Próton. Depois surgiu a Gazeta do Oprimido. Participou, desde a fundação do grupo Radicais Livres S/A, fundado pelo pai, Paulo Dagomé, pela mãe Nanah Farias, e outros artistas de São Sebastião.  Hoje, faz parte do grupo SuperNova. E, segundo ele, é “aspirante a jornalista, dublê de poeta, ensaio de músico e esboço de quadrinista”.

Yonaré Flávio – Alagoano, nascido em Maceió, entre o mar, os coqueiros, as lagoas, os pífanos do esquenta-muié e os pandeiros dos emboladores de coco, que enfeitavam as ruas da infância. Crescido embalado pelo frevo e o forró, veio o Teatro com todas as suas vidas. “Cadernos de Poesia: Perímetro Urbano” e “Agruras do Sentimentalismo” são suas obras publicadas. Yonoré é poeta, ator e educador.


SERVIÇO:
Embaixada da Índia
Endereço: SES 805, lote 24, Asa Sul, CEP 70452-901, Brasília-DF.
Telefone: (61) 3248-4006

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Projeto de retomada do espaço dá nova cara à Península dos Ministros


O plantio de espécies típicas do cerrado e a construção da infraestrutura no local começam a recompor a área de preservação


postado em 08/01/2016 06:00 / atualizado em 08/01/2016 08:14
Após a fase das derrubadas, na Península dos Ministros, está em andamento a recomposição da área de preservação permanente (APP) da orla do Lago Paranoá. Ao longo dos 30m da APP, são plantadas várias espécies do cerrado, além da criação de um jardim aquático. O projeto de retomada do espaço prevê, ainda, a divisão do espaço em quatro zonas, de acordo com a vocação de uso de cada uma. Elas serão delimitadas pela ciclovia, em construção. Em uma segunda etapa, devem ser instalados parques infantis, pistas de skate, chuveiros e umidificadores.

Os planos estão em fase de discussão no grupo de trabalho que acompanha a revitalização do local e fazem parte do projeto Orla Livre. Guardados os 30m referentes à APP, serão criadas áreas temáticas. A região do Conjunto 0, por exemplo, deve abranger uma zona gastronômica, com quiosques simples. É possível que parte da estrutura existente antes da desobstrução integre a nova, a ser implantada. Logo após a Embaixada da China, haverá um novo parque. Nele, ficará a Zona 2, espaço lúdico, onde deve ser colocado um deck para contemplação. Nesse espaço, algumas quadras poliesportivas existentes devem ser aproveitadas (veja arte).

Na Zona 3, deve ser mantida a vocação esportiva, em especial, a prática do kite surf. Nela, também haverá um deck e mata densa. Por fim, a 4, onde fica o Parque da Asa Delta, será destinada aos esportes radicais. Nela, será instalado o mobiliário para a prática de skate, patins, le parkour, entre outros. “O que estamos fazendo é tornar a orla segura. Estamos promovendo a segurança. Propomos uma orla inteligente, em que se vai ter a possibilidade de caminhar por toda a extensão dela”, explica o subsecretário de Projeto, Orçamento e Planejamento da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sinesp), João Batelli.

Vegetação

O paisagismo ficará a cargo da Novacap e do Jardim Botânico, com colaboração do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). As primeiras 300 mudas de espécies variadas foram cedidas pelo viveiro da estatal. A composição da APP é um desafio paisagístico, na avaliação do diretor do Jardim Botânico, Jeanitto Gentillini. “É um lago artificial, cuja borda foi se consolidando ao longo dos anos; por isso, não podemos falar em revitalização ou em retomada da vegetação original, porque antes ela não existia. Faremos um trabalho de entendimento de como a fauna se comunica com o lago”, explica.

Dessa forma, estão previstas fitofisionomias do cerrado, de vereda a campo sujo. Nos terrenos das embaixadas, a desobstrução é discutida pela Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Pública Federal, da Advocacia-Geral da União (AGU). Caso não seja viável o recuo das cercas, devem ser construídos trapiches para evitar a interrupção da ciclovia. Assim, nesse espaço, devem ser colocados jardins aquáticos.
Fonte:  http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2016/01/08/interna_cidadesdf,513220/projeto-de-retomada-do-espaco-da-nova-cara-a-peninsula-dos-ministros.shtml

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Movimento Comunitário do Jardim Botânico: tempo de planejamento!


Da Redação do MCJB - 12/11/2015

Depois de duas semanas de trâmites administrativos para obtenção do CNPJ como entidade social, as diretorias administrativa e executiva do Movimento Comunitário do Jardim Botânico começam a organizar o planejamento comunitário para 2016.
Para atingir seus objetivos o Movimento pretende montar comissões por área de atuação. A explicação é de Rose Marques, presidente do Movimento Comunitário do Jardim Botânico. As comissões funcionarão como departamentos ligados à Secretaria Executiva, de forma que sejam autônomas na construção desse planejamento e, após aprovação de suas propostas pela diretoria, elas farão parte de planejamento integrado do Movimento. “Queremos colocar nesse planejamento não apenas o que cobraremos do poder público, mas principalmente o que poderemos fazer pela comunidade, independente da participação do poder público”, informou Rose ao blog.
As comissões deverão se organizar ao redor de temas como eventos, cultura, meio ambiente, esportes, convênios, comunicação, entre outros. Clique aqui para conhecer quais são as comissões.
Demandas para poder público já foram organizadas e encaminhadas
O Movimento, desde o início do ano, quando ainda não havia se institucionalizado, identificou um conjunto de demandas comunitárias sobre as quais foram propostas soluções. Em dois ofícios enviados ao GDF somaram-se 105 solicitações divididas por prioridade e setor.
O poder público, entretanto, não deu resposta às demandas comunitárias. Rose Marques avalia o ano de 2015 como encerrado e se organiza para que 2016 tenha outras perspectivas diante da capacidade de resposta do GDF. “Os avanços foram poucos. Conseguimos a delimitação geográfica do bairro com a portaria n.4, temos as obras de intervenção no balão da ESAF, os cones na saída da Estrada do Sol, que ajudaram o fluxo nos horários de pico. Mas os principais pedidos não foram atendidos”, reclamou Rose.
Um grande problema enfrentado pela comunidade é a dificuldade para obtenção de alvarás e habite-se. O caso se agrava para o comércio e áreas regularizadas. Rose Marques avalia que, na origem desses problemas, está a falta de uma Administração Regional própria para o Jardim Botânico.
Como participar das Comissões
Rose afirma que toda comunidade interessada poderá participar, tanto do planejamento para 2016, como efetivamente das comissões e da execução das propostas. “Nosso objetivo é envolver a comunidade na solução dos nossos problemas. Vamos deixar de lado a cultura de reclamar do poder público e tentar viabilizar, nós mesmos, as soluções.”, informou. 

Para participar, o Movimento disponibilizou um formulário de inscrição, basta clicar aqui. A pessoa interessada também poderá comparecer na reunião comunitária que se realizará na próxima terça (17), às 19:30, na sede do Movimento na Estrada do Sol, no estande do Condomínio Quatro Estações, em frente ao Condomínio Ouro Vermelho 1.