terça-feira, 15 de setembro de 2015

Cultura oferece mais três oficinas para tirar dúvidas sobre o FAC



Objetivo é esclarecer mudanças do edital deste ano. Ações serão em São Sebastião, Sobradinho e Plano Piloto
Gustavo Marcondes, da Agência Brasília
14 de Setembro de 2015 - 10:52 

De acordo com a política de promover amplo debate com a comunidade, a Secretaria de Cultura oferece, nesta semana, mais três oficinas de orientação para quem deseja concorrer no primeiro edital de 2015 do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Agentes culturais e demais interessados terão a oportunidade de tirar dúvidas em encontros com a própria equipe que julga os projetos no FAC.
As oficinas, idealizadas pela Subsecretaria de Fomento e Incentivo, da Secretaria de Cultura, ocorrerão em São Sebastião, na terça-feira (15); em Sobradinho, na quinta-feira (17); e no Plano Piloto, no sábado (19). A duas primeiras começam às 19 horas e vão até as 21h30. A última será pela manhã, das 9 às 13 horas. Outras três já foram promovidas na semana passada, no Plano, em Samambaia e em Taguatinga.
“Nosso objetivo é difundir o novo edital do FAC”, explica o subsecretário de Fomento e Incentivo, Thiago Rocha: “Apesar de mais simplificado, ele traz mudanças significativas em relação aos editais passados, e nós queremos diminuir ao máximo as inabilitações por falta de documentação ou por erro de inscrição”.

Diálogo
As alterações foram definidas após uma série de encontros do governo com a comunidade. O FAC foi abordado nas 24 edições do projeto Diálogos Culturais, que reuniu mais de mil pessoas das 31 regiões administrativas. A minuta do decreto que instituiu as novas regras ainda ficou disponível à população na internet antes de ele ser assinado pelo governador Rodrigo Rollemberg e pelo secretário de Cultura, Guilherme Reis, no fim de julho.
“Analisamos centenas de sugestões antes de chegar ao texto final”, informa Thiago Rocha. “Tentamos excluir as questões que incomodavam os agentes culturais e as que acabavam resultando em muitas exclusões do processo seletivo”, explica o subsecretário, que vê uma boa receptividade da sociedade às mudanças.
Entre as principais alterações, estão algumas antigas demandas da comunidade cultural de Brasília, tais como: a divisão do edital por linguagens; o fim da obrigatoriedade das contrapartidas e de apresentação de três orçamentos; a permissão para pagamentos por meio de operações bancárias; o fim da pontuação por local de residência; a inclusão das categorias artesanato, design e moda e projetos livres; a valorização de projetos de pesquisa e formação; e a possibilidade de escolha do candidato caso dois projetos sejam contemplados.

Blocos
A expectativa é que o edital contemple 370 projetos. O valor do primeiro bloco é de R$ 33,67 milhões, divididos entre: artes plásticas, visuais e fotografia; artesanato; cultura popular e manifestações tradicionais; dança; design e moda; literatura, livros e leitura; manifestações circenses; música; ópera e musicais; e patrimônio histórico e artístico material e imaterial. O edital abrange também propostas que mesclam duas ou mais categorias, desde que o artista informe qual a linguagem predominante.
As propostas deverão ser enviadas, com toda a documentação exigida, até as 23h59 de 4 de outubro por meio de sistema eletrônico. O endereço para acesso estará disponível no site da Secretaria de Cultura.
O segundo bloco distribuirá cerca de R$ 20 milhões entre projetos audiovisuais e de ações que englobem políticas públicas e regionalização. O edital deve ser lançado em 30 dias.
Para concorrer ao benefício financeiro oferecido pelo fundo, é preciso ter cadastro de ente e agente cultural, morar em Brasília há pelo menos dois anos e comprovar atividade artística ou cultural por meio de portfólio.

Oficinas sobre o Edital 1/2015 do FAC
São Sebastião
15 de setembro (terça-feira)
Das 19 horas às 21h30
Casa Frida, Rua 30, Casa 121, Vila Nova

Sobradinho
17 de setembro (quinta)
Das 19 horas às 21h30
Administração Regional, Setor Administrativo, Bloco A, Quadra 12

Plano Piloto
19 de setembro (sábado)
Das 9 às 13 horas
BSB Criativa, Conic, perto do Teatro Dulcina

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Sair dos tigres de papel para salvar as águas?

11/09/2015

Fundo do Açude Carnaubal que abastecia a cidade de Crateús, no Ceará. Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil (05/03/2015)
Fundo do Açude Carnaubal que abastecia a cidade de Crateús, no Ceará. Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil (05/03/2015)

Por Washington Novaes *
É muito inquietante a leitura do relatório Governança dos Recursos Hídricos no Brasil, com 300 páginas, divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), integrada por 34 países. Ao mesmo tempo que demonstra o potencial extraordinário desses recursos no País, o documento analisa a precariedade da aplicação das normas de regulação, conflitos entre várias instâncias reguladoras (federais, estaduais, municipais, 200 comitês de bacias) – às vezes até em trechos diferentes de rios –, a disputa dos recursos advindos da cobrança pelo uso, a baixa capacidade de execução desses meios e a limitada eficácia na implementação de normas e planos dos comitês de bacias hidrográficas. Tudo tão preocupante que o relatório chega a dizer que os planos não passam de “tigres de papel” ou de “promessas a serem cumpridas por outros”.
Então, é preciso mudar quase tudo, para que o País possa desfrutar de modo eficiente sua condição de detentor de quase 12% da água superficial do planeta, que até parece posta em dúvida pelo noticiário nos meios de comunicação, tantas são as crises de abastecimento, escassez, poluição, conflitos, etc. Se os textos descentralizados são resposta adequada à diversidade física e legal e às condições locais, por outro lado desafiam a necessidade de coordenação entre demandas diferenciadas, escassez ou abundância, poluição ou tratamento – além das diferenças entre setores econômicos (geração de energia elétrica, irrigação, indústria, abastecimento domiciliar).
As tentativas mais recentes e solução partiram, em 1997, da Lei da Política Nacional de Recursos Hídricos, a que se seguiu a criação da Agência Nacional de Águas (ANA), em 2000. E já ficava clara a questão de saber qual a escala funcional adequada em cada questão concreta. Ao contrário da gestão centralizada e tecnocrática do regime militar, partia-se para uma “governança multinível, integrada e localizada dos recursos hídricos”. Mas com muitos problemas, segundo o relatório.
O primeiro deles está em que os planos de recursos hídricos em níveis nacional, estadual, local e de bacia “são mal coordenados e não chegam a ser colocados em prática, por falta de financiamento ou limitada capacidade de acompanhamento e execução”; não estabelecem prioridades ou critérios claros para “definir os recursos disponíveis e orientar as decisões de alocação para o desenvolvimento de energia hidrelétrica, extensão da irrigação e uso doméstico, entre outros”.
Outra questão central é “a incompatibilidade entre as fronteiras administrativas municipais, estadual e federais”, que levanta o problema da escala adequada. Por exemplo: quem define as normas de qualidade da água e regras de captação onde dois ou mais órgãos de gestão dos recursos hídricos são responsáveis por trechos diferentes de um mesmo rio?
Terceira: cobranças pelo uso da água (onde existem) são baixas e raramente se baseiam em estudos de acessibilidade ou em avaliação do impacto. Além disso, os comitês de bacias têm “fortes poderes deliberativos”, mas “limitada capacidade de implementação”.
Apesar da linguagem cautelosa, o diagnóstico aponta para um quadro estarrecedor, acentuado pela crise mais recente no setor, que “lançou um holofote político sobre desafios mais estruturais”, em hora de previsões sobre crescimento populacional e econômico, além de mudanças climáticas. Será indispensável que o Plano Nacional de Segurança Hídrica e o Plano Plurianual, previstos para 2016, mudem o quadro, com encontro entre as várias políticas e instâncias. E para isso o relatório faz recomendações e propõe um plano de ação.
Entre as propostas e recomendações estão: pôr os recursos hídricos como prioridade estratégica, “com benefícios econômicos, sociais e ambientais mais amplos”; fortalecer o poder e efetividade dos conselhos nacional e estaduais de recursos hídricos, “para orientar as decisões de mais alto nível”; fortalecer “a efetividade das instituições em nível de bacia” a adoção de mecanismos de preços, incluindo – o que é de extrema importância – cobranças pelo uso da água.
Há muitos outros ângulos decisivos na análise, entre eles o de que “o Conselho Nacional de Recursos Hídricos não tem desempenhado plenamente o seu papel de coordenação intersetorial”, assim como o de que “o nível de representação dos ministérios não é suficiente, o que enfraquece sua influência no processo de tomada decisões e nas orientações estratégicas”. Como avançar, então?
A imagem de “abundância de água no Brasil gera uma lacuna de conscientização que dificulta enfrentar as questões prementes”. De fato, a vazão média nacional de água chega a 180 mil metros cúbicos por segundo, de acordo com a ANA. E a retirada total de água a apenas 0,9% do volume total disponível, ou 2.373 m3/segundo em 2010, mas que cresceu 30% nos últimos cinco anos. Cerca de 50% da água captada não volta para os rios. A agricultura capta 54% do total, o abastecimento humano 25% e a indústria 17%. As perdas na distribuição urbana da água chegaram a 36,9% em 2012. E o consumo doméstico médio de água per capita era de 167,5 litros/dia, variando conforme as regiões. Só 48% dos esgotos domésticos eram coletados e 39%, tratados.
A água, conclui o relatório, “tornou-se um fator limitante para o desenvolvimento econômico, políticas de saúde pública e bem-estar no Brasil”. Se não sairmos desse emaranhado que o relatório mostra, continuaremos navegando nesse mar de “tigres de papel”.
Duas correções – No artigo de 21/8, onde escrevi que a emissão da agropecuária no Brasil era de 1,56 bilhão de toneladas, esse total era da emissão total do País. No artigo de 4/9, onde está a menção de um PIB de R$ 5,68 bilhões em 2030, o correto é R$ 5,52 trilhões. Agradeço aos leitores Mark Zulauf e Antônio Paulo B. Coutinho. (O Estado de S. Paulo)
* Washington Novaes é jornalista (e-mail: wlrnovaes@uol.com.br).
** Publicado originalmente no site O Estado de S. Paulo.

Dia do Cerrado - 11 de setembro - chuveirinho


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

"Devemos deixar tudo e nos concentrar na água"

O “homem da água da Índia”, Rajendra Singh, esteve por 35 anos recuperando massas de água e levando-a a diferentes povoados em diferentes partes do território indiano. Foto: Stella Paul/IPS
O “homem da água da Índia”, Rajendra Singh, esteve por 35 anos recuperando massas de água e levando-a a diferentes povoados em diferentes partes do território indiano. Foto: Stella Paul/IPS

Por Stella Paul, da IPS –

Estocolmo, Suécia, 10/9/2015 – No mundo há mais de 748 milhões de pessoas sem água potável, o equivalente a mais do que o dobro da população dos Estados Unidos. Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que 1,8 bilhão de pessoas, ou seja, 500 milhões a mais do que a população da China, bebem água contaminada com matéria fecal. E morrem dois milhões de pessoas por ano por falta de acesso a água.
Segundo o último informe Desenvolvimento dos Recursos Hídricos no Mundo 2015: Água Para um Mundo Sustentável, a demanda poderia crescer 55% até 2050, devido, principalmente, ao setor manufatureiro. Em um contexto em que a comunidade internacional passa do marco de erradicação da pobreza, contemplado nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), para uma agenda de desenvolvimento sustentável mais ambiciosa, a questão da água se torna mais crucial do que nunca.
Entre o barulho das autoridades perdidas em debates intermináveis e o grande número de pessoas que sofrem secas, têm sede e padecem doenças transmitidas pela água contaminada, há fontes que dizem que cerca de cinco mil meninos e meninas morrem diariamente por essa causa, e que algumas vezes conseguem se fazer ouvir lançando luz a um dos problemas mais complexos e urgentes do mundo.
Uma delas é Rajendra Singh, ganhador do Prêmio da Água de Estocolmo, também conhecido como Prêmio Nobel da Água, por seus 35 anos de compromisso com a conservação e a gestão do recurso. Singh foi apelidado de “o homem da água da Índia” e lhe é atribuída a recuperação de uma ancestral técnica para coletar a água da chuva, que deu nova vida a vários rios e levou água limpa aos encanamentos de 1.200 povoados de seu Estado natal de Rajasthan, no nordeste indiano.
Com seus caudalosos rios e seus inumeráveis tributários, que constituem um dos sistemas de água doce mais complexos do mundo, a Índia oferece um excelente estudo de caso em matéria de gestão hídrica. Aproximadamente 150 milhões de pessoas nesse país de 1,2 bilhão de habitantes vivem sem acesso a água potável, o que agrava a pobreza e apresenta sérias questões em matéria de energia, degradação ambiental e desenvolvimento sustentável.
Por ocasião da Semana Mundial da Água 2015 (de 23 a 28 de agosto), em Estocolmo, a IPS conversou com Singh sobre o futuro desse recurso escasso e incrivelmente apreciado.
IPS: O senhor sempre diz “não precisamos de novas políticas, mas de ação para a água”. A que se refere?
RAJENDRA SINGH: Na Índia não faltam políticas nem ações, há muitas leis sobre conservação, uso e gestão do recurso. Mas essas políticas e ações não são executadas de forma adequada, e por isso não há medidas concretas. Precisamos realizar trabalhos descentralizados claros sobre a gestão hídrica com um enfoque comunitário. E o trabalho do governo nesse tipo de gestão é muito importante: oferecer recursos adequados às comunidades e criar um ambiente que facilite a ação. Deve haver ações conjuntas entre governo e comunidade para administrar o recurso. Necessitamos de quatro coisas para isso: conhecimentos sobre a água, a conservação, a gestão e o uso eficiente do recurso.
IPS: O senhor disse que o governo deve criar um ambiente propício e fornecer os recursos para a ação. Costuma-se associar “recursos” com “dinheiro”, que procede do setor privado. Como responde a isso?
RS: A mudança nunca procede do setor privado. Para uma mudança verdadeira, precisamos do governo e da comunidade. Se o setor corporativo faz tudo, então, onde está a democracia? Em Rajasthan temos muitas empresas, mas também temos um parlamento da água. Mantemos os direitos comunitários ali. Conservamos um ambiente democrático. As pessoas se mobilizam. Quando a sociedade de mobiliza, os que a roubam têm de fugir. As corporações estão aqui para ficar, mas é importante que não saqueiem as pessoas e não contaminem o sistema.
IPS: Entramos na era dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Em matéria de água, o que o governo deve fazer de diferente em relação ao que fez na vigência dos ODM?
RS: Vida, fonte de renda e dignidade, os três estão vinculados à água. Na época dos ODS devemos dar a maior prioridade à água. Devemos deixar tudo por um momento e só nos concentrarmos nela. Não devemos enveredar em projetos, indicadores e no enfoque de marco lógico, mas nos mantermos concentrados no trabalho atual. Há uma enorme invasão sobre os corpos de água. Para evitar isso devemos identificá-los, demarcá-los e notificar tudo. Em muitos casos, devido à erosão, a água tem muito sedimento, e como não possui um título claro, o lobby imobiliário avança sobre as massas de água. A intrusão sobre o rio é um problema que existe na Índia, Paquistão, Nepal, Bangladesh e outras regiões. A pobreza na região (da Ásia) é o resultado de uma crise hídrica, porque se altera os direitos das pessoas. Se os respeitarmos, poderemos conseguir que a região inteira tenha um acesso adequado ao recurso. Por exemplo, a Lei Nacional de Garantia de Emprego Rural (de 2005) foi concebida para reviver e redesenhar o sistema hídrico do país. O então ministro da Agricultura, Raghunath Singh, nos visitou, viu meu trabalho e decidiu desenhar um programa dentro do qual foi possível tomar medidas a respeito.
IPS: O senhor participou da junta da Missão Limpemos o Ganges (o terceiro rio mais comprido da Índia). Poderá ser recuperado algum dia?
RS: É difícil, mas não impossível. Porém, o governo só se relaciona com engenheiros, técnicos, etc., não com filhos e filhas do Ganges, as pessoas. Se realmente incorporar as pessoas na missão, demorará no máximo dez anos para recuperá-lo. De fato, qualquer dos rios do país pode se recuperado em dez a quinze anos. Necessitamos da vontade política do governo e da participação das pessoas comuns. Sou uma fonte de esperança. Nunca a perco. Recupero o que foi danificado, essa é minha filosofia de vida. Envolverde/IPS

http://www.envolverde.com.br/opiniao/devemos-deixar-tudo-e-nos-concentrar-na-agua/

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Linhas de ônibus em São Sebastião e Jardim Botânico sofrem alterações

Mudanças começam a partir do próximo sábado

postado em 09/09/2015 10:31 / atualizado em 09/09/2015 11:03

As linhas de ônibus de São Sebastião e do Jardim Botânico vão mudar a partir de sábado (12/10), segundo informações do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans). Entre as alterações estão a criação de duas novas linhas, substituição de itinerários, ampliação de trajetos e aumento no número de viagens.

Entre as mudanças estão a linha 181.3, entre São Sebastião e o Lago Sul, que será substituída pela 181.2 — que atende a mesma região — e pela 181.4, que vai para o Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek. O percurso da 181.4 terá também ampliação de horários, com seis viagens extras. A linha 183.2, que faz o trajeto São Sebastião, Vila do Boa e Condomínio Esaf, passará a ser circular, com percurso de ida e volta. Já a 183.6 contará com mais uma parada, no Morro da Cruz. A linha manterá o itinerário que passa pela região de São Francisco, pelos Jardins Mangueiral, pelo Condomínio Esaf e pelo supermercado Big Box.

As viagens da linha 183.7 — que passa pelo Bairro João Cândido e pelos Condomínios Itaipu e Estrada — serão aumentadas de seis para nove. No trajeto entre os Jardins Mangueiral e a Rodoviária do Plano Piloto (linhas 180.2), os micro-ônibus serão substituídos por ônibus convencionais, aumentando a capacidade de passageiros de 30 para 60.

Na região do Residencial do Bosque, será criada uma nova linha, a 183.0, que fará viagens a cada quatro minutos até o Terminal de São Sebastião. No local, o usuário poderá fazer a integração, sem o pagamento de nova tarifa, para os seguintes destinos: Cruzeiro, Guará I, Guará II, Jardins Mangueiral, Lago Norte, Lago Sul, Núcleo Bandeirante, Octogonal, Plano Piloto (Esplanada, L2 Norte, L2 Sul, Rodoviária, UnB, W3 Norte e W3 Sul), Ponte Honestino Guimarães, Ponte JK, Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan), Setor de Clubes Norte, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Sudoeste, Vila Planalto e Zoológico.

Jardim Botânico

Em Barreiros, as linhas diretas serão substituídas, nos horários de menor demanda, pela integração com a nova linha, a 170.4, que ligará a região ao Jardim Botânico. A frota vai circular todos os dias, das 7h45 às 22 horas, a cada 38 minutos, e permitirá o acesso ao sistema de transporte sem precisar pagar outra passagem no período de até duas horas.
As viagens das linhas 0.170 e 170.2, entre Barreiros e a Rodoviária do Plano Piloto, serão reforçadas nos horários de pico — das 5h15 às 7h20 na ida e das 17 horas às 18h35 na volta. Nos outros horários, os passageiros devem usar a linha circular 170.4.

LINHAS SÃO SEBASTIÃO:

180.2: Jardins Mangueiral-Rodoviária do Plano Piloto
181.2: São Sebastião -Lago Sul
181.4: São Sebastião- Aeroporto
183.0: Bosque-Terminal São Sebastião (NOVA)
183.2: São Sebastião- Vila do Boa- Condomínio Esaf
183.6: São Sebastião- Morro da Cruz- São Francisco-Mangueiral - Condomínio Esaf - Big Box
183.7: São Sebastião- João Cândido - Itaipu- Condomínio Estrada

LINHAS JARDIM BOT NICO:
0.170: Barreiros- Rodoviária do Plano Piloto
170.2: Barreiros- Rodoviária do Plano Piloto
170.4: Barreiros- Jardim Botânico (NOVA)
 
 

Sarau do Cerrado no Centro de Excelência do Cerrado - Jardim Botânico de Brasília


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Virada do Cerrado circula pelo DF com intensa programação.


Publicado em 20 de August de 2015 em Mais por Acha

Ilustração: Wallace Deo.
Ilustração: Wallace Deo.

Virada do Cerrado — Cidadania e Sustentabilidade vai de 11 a 13 de setembro em diversas regiões do DF. A celebração da Semana do Cerrado traz uma programação intensa com ações de mobilização social, responsabilidade socioambiental e entretenimento.
O evento decorre do trabalho colaborativo entre órgãos dos GDF e organizações da sociedade civil, que delinearam o fundamento em quatro frentes de trabalho: Relações institucionais e finanças, curadoria, produção criativa e comunicação. O programa tem caráter continuado e se propõe a acontecer anualmente. O mote segue a junção de entretenimento, mobilização social e responsabilidade socioambiental, com foco em temas como a valorização do Cerrado, em todas as suas dimensões, água, mudanças climáticas, qualidade de vida, gestão de resíduos sólidos, mobilidade urbana e consumo consciente.
A programação trata destes temas em seminários, palestras, oficinas, exposições, teatro, cinema, instalações, entre outros. Em parceria com as Administrações Regionais, os projetos e ações da Virada acontecerão em várias regiões administrativas do DF, com o objetivo de descentralização e envolvimento de um maior número de moradores do DF nessas ações. A programação será composta exclusivamente de projetos e ações gratuitos e abertos ao público. Há inscrição para voluntários que desejarem atuar na produção dos eventos. O público pode oferecer atividades ambientais por conta própria. Caso sejam aprovadas pelos organizadores, passam a integrar a programação. As inscrições ocorrem na página da Virada do Cerrado na internet.
Confira a programação:
11 de setembro:
08h-13h
Atividade: FEIRA ECOLÓGICA – Acessórios, adornos e vestimentas sustentáveis; Stand – Projeto Chinelo Ecológico; Móveis sustentáveis (fibra de juta e bananeira); Educação Profissional Sustentável (viveiros); Moda Sustentável – Acessórios & CIA; Stand – Alimentação Saudável & Oficinas Sustentáveis & Presença Mestre Artesão João de Fibra; Sacolas & Bolsas X Sacos de Cimento; Camisetas 50% PET + 50% Algodão; Pintura de Quadros com a Boca – “Natureza”; PUFF´s de Pneus e Latões.
Organização: Administração Regional de Sobradinho II e Fercal
Local: SOS FERCAL
08h – 18h
Atividade: Vídeos ambientais e trilha
Organização: Administração Regional de Planaltina, IBRAM e Regional de Ensino de Planaltina
Local: Parque Sucupira
Resumo: Atividade para 6 turmas de alunos de 12 a 18 anos escolas públicas de Planaltina. Trilha com percurso de 30 minutos pelo parque, com monitor Vídeos e mini palestras ambientais na sede do parque; Estandes com expositores em volta da sede (ONGs, Emater e outros)
08h-12h
Atividade: Palestras sobre maus tratos aos animais
Organização: PM/BPMA
Local: Parque da Águas Claras
Resumo: Palestras de 40 minutos ministradas pelo Batalhão da Polícia Militar Ambiental
08h30-11h30 e 14h-17h
Atividade: Atendimento à estudantes da rede pública do DF no parque de águas claras com atividades de educação ambiental
Organização: Grupo de Trabalho de Educação Ambiental do Governo de Brasília (GTEA)
Local: Parque Ecológico de Águas Claras
Resumo: Várias atividades como palestras, trilhas e oficinas para os alunos da rede pública.
09h – 18h
Atividade: Inauguração do Cerratenses – Centro de Excelência do Cerrado
Organização: Jardim Botânico de Brasília
Local: Jardim Botânico de Brasília
Resumo: 8h Café da Manhã – Abertura do Cerrado Week; 9h Visita Guiada ao Cerratenses; – Projeto do edifício, exposição Gardener, salas e parceiros do Cerratenses, biblioteca digital do cerrado, mirante, espaço cultural, auditório, café e área externa para eventos; 10h Cerimônia de Inauguração; 11h Ato Político – Aliança pelo Cerrado; 14h Apresentação dos Parceiros e Projetos do Cerratenses; 15h Lançamento Cine Cerratenses – Mostra Filme – Exposição Gardener; 17h Sarau do Cerrado – Nicolas Behr, Rômulo Andrade e Poetas Cerratenses; 18h Apresentações Culturais – Roberto Corrêa, Mocambos, Brasucas, Mambembrincantes (A confirmar);
22h Encerramento
09h
Atividade: Exposição e apresentação de equipamentos eletrônicos que utilizam a energia solar para produção de energia elétrica
Organização: SECTI/Planetário
Local: Planetário
Resumo: Em cada modelo exposto serão apresentadas informações sobre os potenciais positivos na utilização de energias renováveis, em especial, a energia solar. Serão também apresentados indicadores econômicos e socioambientais que respaldam o uso de tais tecnologias.
09h
Atividade: Sessão Comentada na Cúpula
Organização: SECTI/Planetário
Local: Planetário
Resumo: Antes da exibição normal dos filmes na cúpula será apresentado um breve vídeo sobre a Luz, contemplando dessa forma o tema científico do ano. O Ano Internacional da Luz é uma iniciativa mundial que vai destacar a importância da luz e das tecnologias ópticas na vida dos cidadãos, assim como no futuro e no desenvolvimento das sociedades de todo o mundo.
09h
Atividade: Oficina de construção de aquecedor solar de baixo custo
Organização: Universidade Católica de Brasília (UCB)
Local: Centro de tecnologias sociais – UCB
Resumo: Oficina para 40 pessoas
09h – 17h
Atividade: Seminário sobre Educação Ambiental e Resíduos Sólidos
Organização: Ministério do Meio Ambiente
Local: Universidade Católica de Brasília (UCB) – Taguatinga
09h-10h
Atividade: Caminhada Ecológica no Parque Ecológico Veredinhas com alunos da Regional de Ensino.
Organização: Administração Regional de Brazlândia
Local: Parque Ecológico Veredinhas
9h às 12h e 13h30 às 17h
Atividade: Trilha Sensorial no Museu e Pintura para crianças
Organização: Fundação Jardim Zoológico de Brasília
Local: Zoológico
10h
Atividade: Arte e música com a dupla de instrutores Caju e Junai e plantio de mudas nas unidades da SEDHS
Organização: Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social – SEDHS
Local: Centro de Convivência e Fortalecimento de vínculos – Parada Taguatinga
Resumo: Contato com iniciativas sustentáveis da biodiversidade do Cerrado e o uso consciente da água, mudanças climáticas , correta destinação dos resíduos, mobilidade urbana e consumo consciente. O foco principal é despertar a sensibilização e a consciência dos socioeducandos sobre a importância da preservação do meio ambiente, e também não só conscientizar, como também incentivar os participantes a serem agentes sustentáveis promovendo atitudes ambientais em suas comunidades.
10h
Atividade: Mostra de cinema ambiental com debate
Organização: Ministério do Meio Ambiente
Local: Universidade Católica de Brasília (UCB) – Taguatinga
10h/ 11h/ 14:15/ 15:15/ 16:15h
Atividade: Teatro de fantoches e personagens fantasiados
Organização: Fundação Jardim Zoológico de Brasília
Local: Zoológico
10h às 12h e 14h às 17h
Atividade: Oficina de Enriquecimento Ambiental e interação público/animais – itens confeccionados
Organização: Fundação Jardim Zoológico de Brasília
Local: Zoológico
10h-11h
Atividade: Piquenique Ecológico com alunos da Regional de Ensino
Organização: Administração Regional de Brazlândia
Local: Parque Ecológico Veredinhas
Resumo: Piquenique Ecológico e serão realizadas orientações de como destinar adequadamente o lixo (seco e orgânico).
12h
Atividade: Cerrado Week
Organização: Slow Food
Local: Restaurantes do DF
Resumo: Festival gastronômico com produtos locais e valorização dos alimentos do Cerrado
16h- 18h
Atividade: Inauguração da entrada identificada do Parque ecológico
Organização: Administração Regional do Itapoã
Local: Parque Ecológico do Itapoã
14h-17h
Atividade: Palestras, musicais e peça teatral
Organização: Conselho Tutelar de Brazlândia
Local: Parque Ecológico Veredinhas
14h-17h
Atividade: Tenda da saúde com ginástica laboral, atividades para combater o estresse, aferição de pressão e testes de glicemias.
Organização: Centro de Saúde nº 01
Local: Parque Ecológico Veredinhas
18h
Atividade: Metrô Cultural
Organização: Metrô/DF
Local: Estação Rodoviária
Resumo: Apresentações musicais
20h
Atividade: Orquestra Jazz EMB
Organização: Escola de Música de Brasília/SEDF
Local: Auditório da EMB
20h
Atividade: Oficina das Cidades
Organização: Nossa Brasília
Local: Rodoviária
Resumo: Caminhada noturna
12 de setembro:
08h
Atividade: Festa da Primavera
Organização: Salve o Urubu
Local: Oca do Sol – Núcleo Rural Córrego do Urubu – Lago Norte
Resumo: Oficinas, atividades de saúde e culturais
08h – 18h
Atividade: Vídeos ambientais e trilha
Organização: Administração Regional de Planaltina e IBRAM
Local: Parque Sucupira
Resumo: Atividade para o público. Trilha com percurso de 30 minutos pelo parque, com monitor; Vídeos e mini-palestras ambientais na sede do parque; Estandes com expositores em volta da sede (ONGs, Emater e outros)
08h-10h30
Atividade: Caminhada e limpeza do Parque
Organização: Administração Regional do Itapoã
Local: Parque Ecológico do Itapoã
Resumo: Parceria – ACSI, Teatro Comunitário, Academia Furacão, Escola Zilda Arns, Coletivo B. Rocks , IPOEMA, AMHAI , DF em Movimento
08h30-17h
Atividades:
Oficina de reciclagem com flores de Tecido e garrafa pet/garrafa de vidro (Lúcia –Assoarte)
Associação Namastê – Dança com crianças especiais – Prof. Luciana;
Palestra – Projeto Flores de Capulana e do Cerrado – Artesanato Sustentável;
Fernando Lopes – Presidente da Associação do Parque das Sucupiras;
Aula de dança – Zumba (Sr. Hélio);
Lian Gong – -Prática Terapêutica de Ginástica (Sr. Heber);
Apresentação de ginástica e alongamento da academia Body Tech.
Organização: Administração Regional do Sudoeste e Octogonal
Local: Parque Bosque do Sudoeste
Resumo: Atividades abertas ao público.
09h-18h
Atividade: 09h Aula aberta de Tai Chi Chuan /Tchi Kung; 09h30 Apresentação do Coletivo 416N /Café da manhã Colaborativo; 10h-12h Mapeamento Participativo da Sustentabilidade na SQN 416/ Mutirão de Limpeza; 16h Feira Colaborativa de Objetos Usados; 16h30 Contação de Histórias Infantis por Laís Melo do Projeto História em Quadrinhos; 18h Encerramento.
Organização: Coletivo 416 norte
Local: Gramado atrás do bloco O e quadra poliesportiva do bloco P da 416 norte
Resumo: Atividades autogestionadas do Coletivo 416 com envolvimento de moradores das quadras vizinhas. https://www.facebook.com/groups/coletivo416n/?fref=ts
09h-11h30
Atividade: Oficina de construção de aquecedor solar de baixo custo
Organização: Universidade Católica de Brasília (UCB) – Taguatinga
Local: Centro de tecnologias sociais – UCB
Resumo: Oficina para 40 pessoas
09h às 12h e 13h30 às 17h
Atividade: Pintura para crianças
Organização: Fundação Jardim Zoológico de Brasília
Local: Zoológico
10h/ 11h/ 14h15/ 15h15/ 16h15
Atividade: Teatro de fantoches e personagens fantasiados
Organização: Fundação Jardim Zoológico de Brasília
Local: Zoológico
10h às 12h
Atividade: Oficina de Enriquecimento Ambiental e interação público/animais – itens confeccionados
Organização: Fundação Jardim Zoológico de Brasília
Local: Zoológico
10h
Atividade: Mostra de cinema ambiental com debate
Organização: Ministério do Meio Ambiente
Local: Universidade Católica de Brasília (UCB) – Taguatinga
09h – 18h
Atividade: Seminário Água, Agroecologia e Consumo Consciente com feira de produtos agroecológicos e atrações culturais
Organização: SEBRAE-DF, Comitê Criativo e SEMA
Local: Funarte
Resumo:
9h às 09h30 – Mesa deAbertura
Ø ANDRÉ LIMA (Secretário de Estado do Meio Ambiente)
Ø GABRIELA BARBOSA BATISTA (Subsecretária de Educação e Mobilização Socioambiental/Comitê Criativo)
Ø EVERARDO DE AGUIAR LOPES (DF em Movimento/Comitê Criativo)
Ø JANE VILLAS BOAS (Presidente do IBRAM)
Ø ANTÔNIO VALDIR DE OLIVEIRA FILHO (Superintendente do SEBRAE-DF)
Seminário: CULTIVANDO ÁGUA BOA – identidades e sentido de pertencimento à Bacia do Prata e territorialidades hídricas
09h30 às 10h20 – Conferência: Identidade, sentido de pertencimento e os desafios do cuidado com a água na Bacia do Prata e territorialidades hídricas
Ø OSCAR RIVAS (Ex-Ministro de Meio Ambiente do Paraguai, arquiteto especializado em Planejamento do Uso do Território, Políticas Públicas e Meio Ambiente, com trabalhos em Etnografia, é coordenador da ONG Sobrevivência/Amigos de la Tierra do Paraguai)
Ø VERA MARGARIDA LESSA CATALÃO (Professora da UnB e Coordenadora do curso ‘Água, matriz ecopedagógica’)
10h20 às 10h50 – Círculo de Diálogos
10h50 às 11h10 – Projeto Cultivando Água Boa (CAB): uma referência na gestão por bacia hidrográfica
Ø NELTON MIGUEL FRIEDRICH (Diretor de Coordenação e Meio Ambiente da Itaipu Binacional)
11h10 às 11h40 – EA como estratégia de formação e mobilização social: oficinas de futuro, ação participante, círculos de aprendizagem e coletivos educadores
Ø SILVANA VITORASSI (Gerente de Proteção Ambiental da Itaipu Binacional)
11h40 às 12h10 – Círculo de Diálogos
Seminário: EDUCAÇÃO AMBIENTAL, AGROECOLOGIA, CONSUMO CONSCIENTE – conhecendo práticas inovadoras da sustentabilidade.
14h às 15h – Conferência: Agroecologia e Consumo Consciente
Ø MARCOS PALMEIRA (Produtor de Alimentos orgânicos e ator)
Ø JORGE ARTUR (Subsecretário de Resíduos Sólidos e Saneamento Ambiental)
Ø ANDRE LIMA (Secretário de Estado do Meio Ambiente)
15h às 16h – Círculo de Diálogos
16h às 17h – Educação para a Sustentabilidade
Ø MIRIAN VILELA (Diretora da Carta da Terra Internacional)
Ø JÚLIO GREGÓRIO (Secretário de Estado de Educação do Distrito Federal)
Ø JANE VILAS BOAS (Presidente do IBRAM)
Ø GABRIELA BARBOSA BATISTA (Subsecretaria de Educação e Mobilização Socioambiental)
17h às 18h – Círculo de Diálogos
Feira de Produtos Agroecológicos
Programação Cultural em breve!
10h – 22h
Atividade: Águas do Cerrado
Organização: IPOEMA
Local: Funarte
Resumo: Tenda geodésica do projeto Águas do Cerrado, que contará com exposições, oficinas e atrações culturais.
11h-12h
Atividade: Teatro “Minha vida e o meio ambiente” – A importância do orgânico para o solo
Organização: Administração Regional do Itapoã
Local: Escola Zilda Arns
Parceiros: Parceiros – ACSI, Teatro Comunitário, Academia Furacão, Escola Zilda Arns, Coletivo B. Rocks, IPOEMA, AMHAI , DF em Movimento
12h
Atividade: Cerrado Week
Organização: Slow Food Cerrado
Local: Restaurantes do DF
Resumo: Festival gastronômico com produtos locais e valorização dos alimentos do Cerrado
14h30
Atividade: Palestra “Uso de lodo de esgoto na recuperação de áreas degradadas”
Organização: Caesb
Local: Biblioteca do IBRAM – estacionamento 13 – Parque da Cidade
14h-17h
Atividade: Oficinas de materiais recicláveis e pinturas em frascos de vidro
Organização: Artesã Eliene Pimentel
Local: Parque Ecológico Veredinhas – Brazlândia
14h-17h
Atividade: Sarau sustentável, com batalhas de rimas, cinzeiro e encontros de mc’s.
Organização: Fernando Rocha do movimento Social MOLEC
Local: Parque Ecológico Veredinhas – Brazlândia
17h-19h
Atividade: Apresentação de dança e palestra sobre os pontos das PEVS, Reciclagem e mostra do filme “O Lobo Guará”
Organização: Administração Regional do Itapoã
Local: Quadra coberta de Itapoã
Parceiros: ACSI, Teatro Comunitário, Academia Furacão, Escola Zilda Arns, Coletivo B. Rocks, IPOEMA, AMHAI, DF em Movimento
20h – 22h30
Atividade: Oficina das Cidades
Organização: Nossa Brasília
Local: Praça do Relógio
Resumo: Caminhada noturna
09h-16h
Atividade: Feira Slow Food Buriti
Organização: Slow Food Buriti
Local: Vitrinni Shopping
(sem horário)
Atividade: Campanha de Conscientização SOS Natureza
Organização: Administração Regional de Sobradinho II e Fercal
Local: Rádio Comunitária da FERCAL
Resumo: Vivemos uma crise moral de valor, crise hídrica, sem contar com a crise energética. Precisamos de uma geração que retroalimente novos valores, que saiba se respeitar e ser respeitada. Evidentemente que todos nós demandamos geração de recursos naturais. E um dia também vai se pontuar como muitos de nós o fazemos: ‘Ah, eu sou é vítima do sistema!’. Não, ninguém é vítima! Nós todos consumimos bens minerais, bens energéticos e o somatório da nossa pegada, infelizmente, continua inferior ao que recuperamos. Mas, se cada um fizer a sua parte, como estamos fazendo aqui, identificando e divulgando a “importância” da riqueza da nossa “Fauna e da nossa Flora”, priorizando os recursos hídricos, tudo pode mudar.
13 de setembro:
08h-10h
Atividade: Circuito de Corrida
Organização: SEMA e Secretaria de Esportes
Local: Funarte
Resumo: Circuito de corridas com uma campanha sobre sustentabilidade
08h
Atividade: Festa da Primavera
Organização: Salve o Urubu
Local: Oca do Sol – Núcleo Rural Córrego do Urubu – Lago Norte
Resumo: Oficinas, atividades de saúde e culturais
08h-12h
Atividade: Corrida de velocidade e arremesso
Organização: Administração Regional do Itapoã
Local: Pista de Atletismo
08h-12h
Atividade: Piquenique, palestra sobre a importância da água, competição de pipa, musicais e pintura de rosto
Organização: Administração Regional do Paranoá
Local: Parque Ecológico do Paranoá
08h – 18h
Atividade: Vídeos ambientais e trilha
Organização: Administração Regional de Planaltina e IBRAM
Local: Parque Sucupira
Resumo: Atividade para o público. Trilha com percurso de 30 minutos pelo parque, com monitor; Vídeos e mini palestras ambientais na sede do parque; Estandes com expositores em volta da sede (ONGs, Emater e outros)
10h/ 11h/ 14h15/ 15h15/ 16h15
Atividade: Teatro de fantoches e personagens fantasiados
Organização: Fundação Jardim Zoológico de Brasília
Local: Zoológico
10h – 22h
Atividade: Feira de produtos agroecológicos e apresentações culturais
Organização: SEBRAE-DF e SEMA
Local: Funarte
Resumo: Feira agroecológica com exposição de 10 produtores e artesãos, e apresentações culturais.
PROGRAMAÇÃO EM BREVE!
10h – 22h
Atividade: Águas do Cerrado
Organização: IPOEMA
Local: Funarte
Resumo: Tenda geodésica do projeto Águas do Cerrado, que contará com exposições, oficinas e atrações culturais.
12h
Atividade: Cerrado Week
Organização: Slow Food
Local: Restaurantes do DF
Resumo: Festival gastronômico com produtos locais e valorização dos alimentos do Cerrado
Serviço: Virada do Cerrado
Data: De 11 a 13 de setembro
Locais: Funarte, Itapuã, Paranoá, Jardim Botânico, Zoológico, Planaltina, Santa Maria e Lago Sul.